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Vacinar é proteger toda a família e os demais

17/06/2025

Manter em dia o calendário vacinal de cada membro da família é um cuidado essencial para afastar doenças evitáveis e suas complicações, dentro e fora de casa, especialmente para os mais vulneráveis.

A imunização é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a população contra diversos males, mantendo-a mais saudável e resistente. Muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública por causa da vacinação massiva. Isso porque, além de prevenir doenças graves causadas por vírus e bactérias, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo tanto quem se vacina quanto aqueles que não podem ser vacinados.

Como isso acontece

A pessoa vacinada desenvolve imunidade contra a infecção ou contra a gravidade da doença para a qual se vacinou. Essa proteção se estende àqueles que estão próximos porque diminui a circulação do agente infeccioso no entorno de pessoas que, por algum motivo, não podem se vacinar, como transplantados, pessoas que têm alergia a componentes do imunizante, pacientes com câncer, entre outros. É dessa forma que a vacinação acaba tendo um resultado mais abrangente que o número de pessoas vacinadas naquela população.

Importância da ampla cobertura vacinal

Quanto mais pessoas são vacinadas, menor é a circulação de vírus e bactérias entre a população e, assim, reduz-se a possibilidade de propagação das doenças. É a chamada “imunidade ou proteção de rebanho”. Contudo, esse efeito só é alcançado se houver uma alta proporção de pessoas imunizadas em uma comunidade.

Quando a cobertura vacinal cai, há sempre o risco de retorno de doenças já eliminadas ou mesmo aumento daquelas consideradas controladas. Esse é um desafio que o Brasil vem enfrentando nos últimos 10 anos, com a crescente queda na procura por imunizantes contra doenças já erradicadas, como o sarampo, a poliomielite e outras. A disseminação de fake news e o movimento antivacinas são os principais fatores que colocam em risco anos de evolução e sucesso do Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde, e prejudicam toda a população.

Vacinas são seguras

Para garantir que uma vacina seja capaz de prevenir determinada doença sem oferecer risco à saúde, antes de ser disponibilizado à população ele precisa passar por diversos estudos, pesquisas e testes que demonstrem sua segurança e eficácia. Além disso, para uma vacina ser licenciada no Brasil, ela passa por um rigoroso processo de avaliação realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Sem medo de reações

A vacinação é uma imunização ativa e depende da resposta do sistema imunológico de cada indivíduo. Os imunizantes são obtidos  a partir de partículas do próprio agente causador da doença, na forma inativada (morta) ou atenuada (enfraquecida). Quando introduzidos no organismo, eles estimulam a produção de anticorpos para defender o corpo de um possível ataque. Isso pode gerar reações que são, em geral, brandas e passageiras. Na maioria dos casos, os sintomas são dor, inchaço ou vermelhidão no local da aplicação e febre.

Para evitar o desconforto das reações, principalmente em crianças menores, é comum o hábito de se medicar antes da aplicação da vacina. Porém, a recomendação das autoridades de saúde é não tomar antitérmicos ou analgésicos antes da imunização, pois isso pode provocar a redução do efeito do imunizante. A medicação prévia deve ser feita somente com indicação médica, tendo em vista as doenças preexistentes, as condições de cada paciente e os componentes da vacina que será aplicada. Em caso de reação após a vacina, a medicação pode ser ministrada conforme a recomendação médica. Realizar compressa fria no local da aplicação da vacina ajuda a aliviar a dor no local.

Para todas as fases da vida

Do recém-nascido ao idoso, todos os membros de uma família precisam tomar vacinas específicas em cada fase da vida. A maioria das vacinas necessárias para a proteção da população são disponibilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), com foco nas doenças com maior impacto e nas faixas etárias com maior risco de adoecimento, complicações, internações e óbitos. Há ainda outros imunizantes para ampliar a proteção, oferecidos pelos serviços privados de vacinação.

O Calendário Nacional de Vacinação inclui imunizantes para diversas doenças imunopreveníveis graves e até fatais, como poliomelite, sarampo, rubéola, tétano, coqueluche, meningite, hepatite, gripe, covid-19 e outras. Além das crianças, todos os membros da família devem manter a caderneta de vacinação sempre atualizada. O PNI tem calendários de vacinação específicos para crianças, adolescentes, adultos, idosos e ainda para gestantes e grupos especiais. Acesse e confira as vacinas disponíveis para cada grupo. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) também oferece informações detalhadas sobre todas as vacinas disponíveis na rede pública e privada.

 A Copass Saúde oferece aos seus beneficiários uma cobertura adicional para diversas vacinas não disponibilizadas pelo PNI ou para grupos não contemplados pelo Calendário Nacional de Vacinação. Clique aqui e confira.

Esse conteúdo foi produzido por meio do convênio Saúde em Dia, uma parceria entre Copass Saúde e GNSS – Gerência de Saúde e Segurança do Trabalho da Copasa.

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